sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Manifestum Repudiaris

Na antecâmera de mais uma AG alternativa, véspera do desassossego da massa associativa, replico aqui o meu manifesto, seja ele bom augúrio ou funesto para quem o lê, trate as pessoas por tu trate-as por você.
Aqui declaro solenemente, sem querer ser petulante, que não me revendo no posicionamento pretexto de uma espécie de social julgamento, desconfiando do rigor do procedimento e não tendo as quotas de associado pago desde que começou o contexto das últimas AG's de Junho e Setembro, transformadas em desfile de eleitoral cariz, nem me dispondo a pagá-las a tempo, por não cair no engodo e ser dono do meu nariz, por não ser gordo nem magro nem querer ser chamariz, nem patrocinar as despesas do chavascal que não fiz, como quem paga rodadas à discrição no Tamariz, de tanta propaganda e intoxicação comunicacional, entupindo semanas e meses canais e jornais a nível nacional, não me deslocarei à AG actual.
Participei nos 4 actos eleitorais anteriores para os Orgãos Sociais, desde a eleição de JEB, o cotonete cabeça de giz, entre os dois piores votei PPC, confiando que o programa do Ser Sporting valia tais riscos, e depois sem ser preciso ir a juiz jurei para nunca mais, quando o seu líder se revelou aliado de Godinho Lopes dos "sem milhões", saco de gatos bravos de grandes proporções, com o propósito de derrotar o pretendente novo e chegar ao poder dos leões, naquelas malfadadas talvez falsificadas eleições, célebres pela noite longa, atribulada por "afinações", votando pela 1.ª vez em Bruno de Carvalho, o dos Leais, que foi derrotado à última da hora depois de múltiplos fenómenos para-anormais.
Portanto, votei duas vezes diferentes e as duas perdi, dei o benefício da dúvida e critiquei quando entendi, e depois votei mais duas no mesmo e nessas eleições gerais venci, premiando quem aparecia e prometia, à continuidade rumo à mediocridade, o fim.
Como já perceberam não participei nas últimas encenações, retiraram-me o candidato com muitas promessas mas sem quaisquer contemplações, exigindo sempre constrangimentos e novas condições, sem ser correctos nos métodos ou nas observações, recorrendo a muitas manobras, estratagemas e subversões.
Nunca votei contra nem em destituições, rejeitei porém uma das antigas orçamentações, não cedi a votos úteis, chantagens de estatutos ou pressões, assinaturas zero para confusões e convocações, entendo e respeito outras opiniões, defendo o direito a manifestações, valorizo o meu voto e o dos meus antes consócios leões, mas não dou valor a golpadas e a fabricações, não alinho em caçadas ao homem e perseguições, abomino os ilusionismos e as manipulações, muito menos tenho que vos dar satisfações, ou apresentar desculpas ou justificações.
Cada um que viva com as suas ilusões, não aceito chantagens com os meus parcos tostões, não são eles que me pagam viagens em barcos ou o Sporting embarcações, ou jogadas ainda mais sujinhas, que brincam de formas mesquinhas com a inteligência e insultam os corações, e a inversa, conclusões: não dou audiência à vossa demagoga conversa, emissão de flatulência vice reversa que arremessa multidões.
Processos kafkianos que fazem a alguns andar ufanos depois de andarem anos a apontar o dedo a ditadores coreanos que viviam num rochedo rodeado de maganos com medo, enfiados em planos de domínios ultramontanos em segredo, urdidos atrás de panos tecidos de enredo.
Chega de farsas, bailes de máscaras e comparsas!
Repudio, pois, todos os bois e choninhas, todos os aldrabões e golpistas, todos os intrujões comedores de ovas de esturjões com instintos de fuinhas, todos os vendilhões e chupistas.

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