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domingo, 2 de julho de 2023

Golpadas eleitorais e democracia

Nos dias que correm, "golpadas eleitorais" têm má publicidade, basta recuar 5 anos e percebe-se como as coisas mudaram, pois não faltaram esforços em vários domínios, um dos quais a imprensa e em específico o grupo Cofina, para que houvesse uma no Sporting. Não sei se por ser o presidente no activo líder em antiguidade, não só do futebol português como talvez do futebol europeu de topo, ou por ser outro clube grande com laços mais apertados e mais próximo (ou por cima) do "sistema" e dos "centros de poder" do futebol associativo - se calhar até por ambos os motivos e mais alguns. Sei que agora fica mal antecipar eleições, chama-se "golpada eleitoral". Imaginem o que não seria se quisessem demitir, suspender e até expulsar Pinto da Costa de sócio do FCP. Calculo que Frederico Varandas não vai nem tocar no assunto, afinal "golpadas eleitorais" saíram de moda e já não interessam a "gente de bem", com "valores, princípios e elevação". Depois com quem é que ia trocar júniores avaliados em 11,5 milhões de euros para compor ou maquilhar resultados financeiros?

Quanto ao Novo Sporting 2.0 (a ironia, uma Nova Era em que tudo permanece na mesma, apenas as remunerações da cúpula da SAD serão mais abonadas, porque os quadros permanecem, 5 anos depois do começo da nova era - a tal em que o Sporting já não seria motivo de chacota porque se tinha acabado o circo), mais um arranque de (pré-)época "preparada durante (semanas e) meses" em que nada parece a postos, nem sequer a nova coqueluche das capas que vem do Championship e consta que custará de 20 milhões para cima por 70% do passe para baixo.

Mas como o Amorim diz que ainda quer voltar a ser campeão no Sporting, pode ser que o pagode volte a bater records de assistência e bilheteira virtuais... ao preço a que andam as coisas...

Os meus parabéns ao Sporting Clube de Portugal (entidade incorpórea e inconsciente) vão nesse mesmo sentido recíproco, com ritmo e prontidão atrasados. Só fiquei revoltado (faz de conta) porque ninguém se casou no dia da Gala* (essa efeméride super importante, inadiável e infalível), e teve de ser adiada para hoje, dia 2. De resto...


*Parece que ontem houve um evento no Coliseu em Lisboa, mas fui ver e trata-se de outra coisa. Leiam vocês:

"SINOPSE
Depois de mais de uma centena de episódios no YouTube, o ADN de Leão estreia-se ao vivo num espetáculo único no Coliseu dos Recreios, no dia 1 de Julho. Guilherme Geirinhas irá receber em palco atletas do futebol e das restantes modalidades do Sporting Clube de Portugal, naquele que será o primeiro grande evento cultural de um clube nacional."

Aaaaah, então foi por isso que adiaram a gala Honoris Sporting para hoje (?)... uma total falta de respeito pelas tradições mais profundas do sportinguismo. 

E para quando um SportingTalks 2.0, sobre novos modelos de Governance e o Branding da "marca", que andam pelas ruas da amargura? Essencial.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Entre Cila e Caríbdis

Odisseu lutando contra Cila e Caríbdis
Heinrich Füssli

Quem é Cila? A cilada.
E Caríbdis? A golpada.
E Odisseu? É Ulisses, que tinha astúcia e bravura e lutava pelo que era seu - a antítese do Dr. Marquises.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Crónicas de Rei-Nan - Mate ao Papa Dragão II

Quando iniciou o desafio de novo, um clássico que entretia mais que um povo, a omelete de Marcelo, o sem-cabelo já não continha o Ovo, e Jefferson assumiu o seu lugar, talvez porque o pavio curto do argentino pudesse queimar, e a equipa perder mais do que o lateral esquerdino titular.
Houve logo um momento de impacto, André Pinto continuava envolvido com o maliano chato, disputando bolas no corpo-a-corpo e no acto, um forte contacto na cana do nariz, ficando a sangrar o infeliz, e bastante combalido no momento, mas recuperando ligeiramente ganhou alento, e voltou a entrar, e enquanto pôde foi combatendo, por pouco tempo, pois passados uns minutos sentou-se e pediu a entrada do suplente, entrando Petrovic que já tinha feito aquecimento.
Era sempre mais fácil a João Pinheiro ser intolerante com o Leão e complacente com o clube nortenho, bastou ao brasileiro recém-entrado tentar um corte certeiro sobre Militão, que este viu logo motivo para um livre à entrada da área de Renan, que até foi bem cobrado por Corona, mas Ristovski mais uma vez cortou metendo a mona.
Em menos de dez minutos, mais um choque de cocorutos a causar os mesmos danos, Petrovic envolveu-se com André Pereira numa bola áerea, saltou mais alto mas acertou na cabeça alheia, e a cana do seu nariz ficou torta e vermelha, sangrando tanto que demorou a estancar a hemorragia. A maldição do septo nasal quebrado revelava-se e o Sporting parecia assombrado, começavam os cépticos a pensar que aquilo estava embruxado, que o ceptro Invernal ia ser desviado, que tanto nariz partido podia ser coisa do diabo, que aquilo era uma maré de mau fado, ou um lamiré de mau olhado, mas foi aí que o sérvio se ergueu, ainda meio afectado, mas com um semblante sério e compenetrado, virou-se para o banco e pediu um equipamento lavado, com Paulinho a dar conta do recado - era para trocar a camisola e voltar à peleja no relvado, e dar o que conseguisse até o árbitro dar o jogo como acabado, ou cair para o lado.
Os verde-e-brancos ressentiram-se com as lesões, a equipa parou e galvanizaram-se os dragões, sentindo as más sensações e o sofrimento dos leões, e carregaram sobre eles, com Coates fundamental a travar várias ocasiões, fazendo dobras e derivações, indo às sobras e às compensações, e iam ganhando cantos os morcões. Numa dessas ocasiões, Felipe subiu alto na grande-área ultrapassando as marcações, cabeceou picado para a linha de golo onde Renan topou-o, felino atirou-se e tapou antes de cair no solo, passando a bola por cima da coxa de Herrera, que estava ao 2.º poste sozinho à espera, falhando uma recarga promissora.
Corona era o elemento mais activo na direita do ataque, sempre à espreita a desgastar fosse qual fosse o lateral, e deixando o brasileiro com um olho para cada lado ajoelhado, cruzou com verve mas apanhou Petrovic atravessado, que impôs a lei do Leão magoado, e cortou mais um lance que não serve. Sérgio, o Conceição, almocreve coimbrão e homem de acção, trocou André Pereira por Fernando Andrade, a mais recente contratação portista para o ataque, vindo do Santa Clara.
A equipa leonina foi lentamente conseguindo reerguer-se, mas o jogo estava ainda emperrado, e foi assim que foi interceptado um passe de Ristovski para um Raphinha parado, que teve de fazer uma recuperação e um corte arriscado, falhando-o e pela falta sendo amarelado. Do livre resultou mais uma bola bombeada para a zona de ninguém, mas desta vez estava lá tanta gente que Bas Dost se antecipou ao Rei, cortando de cabeça para canto quando este tinha os punhos preparados e o espaço ganho.
Radosav Petrovic continuava muito activo como central de improviso, e depois de aliviar mais uma bola, foi Óliver que entrou de sola sobre Raphinha, levando com uma cartolina amarelinha.
Corona continuava dinâmico, mas entusiasmou-se tanto que ao flectir para dentro e rematar à baliza, acertou na direcção para onde dizem que ia Raphinha antes do intervalo, quando Felipe não teve outro remédio se não abalroá-lo. Brahimi serpenteava pela esquerda, mas ou avançava demasiado lesto, ou media mal a distância, ou não lhe interpretavam bem o gesto, ficando os avançados na ignorância.
Coates fez dois desarmes consecutivos do lado direito, repelindo Fernando Andrade sujeito, desarmando um cruzamento e anulando qualquer trejeito. Mais equilibrado e menos escorreito, preso pelo equilíbrio e pela falta de jeito, o jogo nos minutos seguintes foi estreito de horizontes, e bolas perdidas foram aos montes, até que numa jogada de insistência, mal resolvida devido à falta de paciência e alguma ciência, e à inexistência de organização, antes vivendo do repelão, surgiu o golo inaugural a onze minutos dos noventa, com o mexicano que fez uma cirurgia plástica porque tinha uma cara tão horrenda que não se aguenta, a fazer um movimento de fora para dentro pela esquerda, rematando à figura mas de uma forma tão tremenda que batendo a bola à frente de Renan, este bloqueou o remate com o tronco mas não conseguiu abraçá-la, e esta ficou à mercê de Marega e de Fernando, sôfregos a tentar aproveitá-la, conseguindo o segundo à segunda colocá-la.
Parecia que novo golpe do destino nos sobrepujava, se alguém não merecia aquilo era o último que falhava, mas falhou, e agora estava-se a acabar o jogo, dez minutos para dar a volta a tudo, era preciso mais que nunca um Leão raçudo, e um Keizer que quisesse algum estatuto, e este lançou Diaby tirando Gudelj de imediato, sabendo a equipa que agora havia que obter um golo, com intenção e, consequentemente, dolo.
Imediatamente na resposta Bruno Fernandes soltou Nani na esquerda, que fintou com um pouco mais de pressa e cruzou ao fundo para Bas Dost, que adiantado ainda se projectou para trás com destreza para ver se conseguia cabecear à baliza, mas saiu muito ao lado e sem força. Entenderam os papistas reter o jogo enquanto podiam, Brahimi fazendo gestos e apelando à calma, mal sabendo ele quem lhe ia dar com a alma. Petrovic continuava em acção, chateou-se com uma arbitrária decisão e protestou com irritação, sendo punido pelo árbitro que apelou à razão.
O Sporting não desistiu, procurou com o tempo a fugir o momento certo para rugir, e a bola era colocada à esquerda, para os elementos mais frescos, com Jefferson a sacar um cruzamento tão puxado que quase deixava Vaná desfeiteado, mas o guarda-redes sob a barra foi tirá-lo para canto.
Na sequência da leonina resistência, lutando contra o destino sem complacência, buscando recuperar a essência da sorte perdida, numa bola que pingava na área a que a defesa portista foi remetida, foi Diaby que fez pela vida, intrometendo-se entre a bola e a patada que Óliver lhe dirigia, mesmo à frente de João Pinheiro, que se assustou tanto que nem a via, não fosse a dupla de vídeo-árbitros de vigília, a corrigir aquilo que mais parecia uma homilia.
Bas Dost voltou a converter uma grande-penalidade, repondo a igualdade no marcador, depois de ter falhado uma no desempate anterior.
E se não fosse Vaná, nervoso pela responsabilidade e sem o carisma de Renan, tinha sido Raphinha a fazer o mate, depois de Bruno Fernandes o servir com arte, cruzando a bola sobre a defesa toda até à sua entrada ao 2.º poste, defesa milagrosa que adiou uma derrota vã, e um canto sonegado, transformado em pontapé de baliza, como quem chama tainha a um achigã, jogada que começou num lançamento lateral de Jefferson para a grande-área que Nani de cabeça disputou.
Até ao último sopro, o árbitro entendeu a martelo admoestar Bruno Fernandes e Renan a escopro, só porque perdeu alguns segundos, como se tivesse mais pressa agora que quando ganhavam os outros.
Já não interessava quem eram os mais rotos ou os mais afoitos, todos se intimidaram menos o rei deles todos, porque a profecia estava escrita desde à muito, e quando encararam Renan, na hora da verdade, nunca foram tão soltos, porque sabiam ser ele um talismã que os deixa tontos, um íman poderoso de pólo oposto. E assim estava Rei-Nan à espera deles - pronto(s)!

⏰ FINAL DOS 90’ | Porto 1 – 1 Sporting

🐉 adiantaram-se a 10 minutos do fim mas Dost atirou o jogo para os penáltis de grande penalidade, já nos descontos
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Renan: "O futebol é muito louco, um jogo inteiro fechado, um clássico importante para todos, quem errar menos ganhava... O goleiro é isso, o Herrera chutou a bola, eu ataquei a bola, mas não consegui pegar"
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Vitória nos pênaltis: "Eu acreditava desde o início do jogo e agora é comemorar."

Mensagem para Marcel Keizer: "Míster, parabéns para nós. Ajuda-nos bastante, é muito importante para o grupo. Estamos juntos".
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sábado, 26 de janeiro de 2019

Crónicas de Rei-Nan - Mate ao Papa Dragão I

Final da Taça da Liga, há quem diga que é uma competição indigna, eu não sei, mas em terra de cego quem tem olho é rei, e mais vale uma fruteira esquisita que não ver o padeiro, e lá se iniciou o embate do troféu que acaba em Janeiro, relvado era verde malhado, pergunto-me o que diria o agricultor Octávio Machado, pois sobre ele esticado havia um tapete azulado, de tamanho aumentado, faixas de azul a campo inteiro.
O Sporting apresentou-se com André Pinto no lugar de Mathieu, estando o francês com um problema físico, e Bas Dost foi a jogo como ponta-de-lança titular, voltando a ocupar o seu próprio lugar.
Entrou o Dragão predisposto a um fim, procurar o desequilíbrio como o Bruce Lee, mas Lee é o princípio de Leão, e foi como André Pinto abordou a ocasião, cortando a bola quando alguém lhe aparecia em contramão.
O desafio estava atado no meio-campo, as equipas enredavam-se e as faltas travavam as iniciativas, nomeadamente as dos homens da cidade Invicta, bloqueando rápidas saídas dos leões, que tentavam aproveitar as recuperações para transições ofensivas.
Foi num alívio de Acuña para a frente, onde andava Bas Dost novamente, que este recolheu a bola e deu-a de presente a Nani, passando pela esquerda e rompendo, tentando surgir em zona de remate, e desferindo-o de ângulo fechado, saindo a bola disparada com efeito ao lado.
Depois ia havendo oferenda, bola atrasada pela defesa portista para Vaná, Raphinha correndo para o pressionar, tentando um passe a evitá-lo, mas pelo atacante interceptado com o pé, resultando uma espécie de chapéu, que no entanto ficou curto à medida de retê-lo.
Começava a haver ascendente leonino, o leão parecia com maior élan genuíno, apesar do adversário sempre viperino, e do lado direito, pressionando durante um curto período, em novo recuo forçado do oponente astuto, Bruno Fernandes interceptou a bola de Pepe como quem rouba uma sandes ou um acepipe, sobrando esta para Nani já na área, mas teve uma execução de remate precária e precipitada, que mais uma vez foi para fora e não deu em nada.
Começou o Porto a assustar-se e assomar-se, apenas para não ficar encostado, e foi Corona pelo seu lado desequilibrando, sacando um cruzamento venenoso cortado pela cabeça de Coates, com nova insistência e Ristovski acabando com a reincidência. Esses desequilíbrios pelas alas causaram o recurso a faltas do Sporting e tentavam aproveitá-las, com cruzamentos para as zonas defensivas precárias, mas Renan surgiu e afastou com os punhos quando Alex Telles tentou perigar as redes contrárias. Quando Brahimi começou a desenvolver, tentando confundir e entontecer, foi num primeiro momento impedido por Raphinha, que foi fazer um corte em carrinho já na última linha, batendo a bola no argelino e ganhando pontapé de baliza. Novamente o mexicano com nome de cerveja serviu um cruzamento de bandeja, que atravessou a área e foi cortado pela defesa, insistindo Alex Telles pela esquerda, mas com Ristovski a tocar para canto. Era o período áureo azul-e-branco na primeira parte, surgiu Marega com a bola dentro da grande-área e André Pinto a marcá-lo, vindo Gudelj no apoio desarmá-lo com o central a ceder outro canto, que foi cobrado e afastado prontamente, e na saída para o ataque, Corona fez falta dura sobre Bruno Fernandes, sendo admoestado pelo árbitro necessariamente com o primeiro cartão, surgindo o segundo pouco depois, quando na sequência de um canto mas contra os azuis, na saída destes após recuperação, Marega foi travado por André Pinto e desequilibrado caiu no chão. De imediato, sendo o maliano lá na frente solicitado, com um passe longo a isolá-lo e toda a gente a observá-lo, Renan o único elemento que ainda podia travá-lo, não conseguiu controlar a bola, e enrolou-se com ela até sair para fora.
Quando o Sporting se voltou a libertar em contra-golpe, após mais um livre da esquerda sem envelope, Wendel fez um passe a desmarcar Bas Dost, partindo atrás da linha de meio-campo e com um adversário a colocá-lo em jogo, que acabou por perder a bola e entrar em slide, mas inventaram um precedente e inexistente offside.
A disputa concentrava-se no miolo, Acuña quis tentar um corte no solo e projectou-se aos pés de Herrera, que despachando a bola foi atingido pela ponta da bota e a sola do argentino, que viu o amarelo pela carretera.
O Sporting voltou a criar um ataque, um cruzamento de Bruno Fernandes cortado para a entrada da área, Ristovski apareceu com espaço nessa zona intermediária e não percebeu que era melhor uma assistência solidária para o Holandês Voador, e rematou tão mal que a bola enrolou e bazou, e o próprio macedónio (e não só) se envergonhou. Isto porque na resposta Corona voltou a dar à costa na zona de Acuña, este tentou uma intercepção mas sobrou uma lacuna, e André Pereira apareceu no centro da rotunda, para finalizar o cruzamento que o fez o mexicano depois da barafunda, só que cabeceou por cima da barra, perante o central que o marcava e Renan, que aguardava para ver o que aquilo dava, mas o que deu foi uma perdida brava, da única vez que o Porto lá chegava.
A partir daí, faltando menos de 10 minutos para o fim com os descontos, foram os leões mais perigosos e menos tontos, e num livre ganho na direita do ataque, já depois de um no outro lado que Gudelj cruzou para este, onde Alex Telles cortou de cabeça mas o árbitro de linha estava a leste e não viu, o perigo para os portistas surgiu, com a bola cruzada até ao Coates, mais alto ao 2.º poste que os restantes, mas ainda assim desenquadrado, tocou a bola para Wendel na lateral da área colocado, este com Herrera pela frente tentou centrar, mas o mexicano acabou por com o braço cortar, que estava flectido junto ao corpo, sem ostensivamente esbracejar, a bola saiu e a decisão foi naturalmente nada assinalar, mesmo depois de revisto pelo VAR, e tem de se aceitar, mesmo que se entenda contestar.
Já no último minuto descontado veio o pânico no reduto azulado, Pepe recebeu a bola de Felipe na saída, com os avançados do Sporting sempre numa pressão bem medida, e foi assim que a bola foi mal passada e perdida pelo luso-brasileiro, o Holandês Voador intrometeu-se de permeio e passou para Raphinha mais adiantado, que tentando contornar Felipe foi por este em falta travado, um cartão amarelo que se fosse ao contrário seria avermalhado, e daí resultou um livre directo que até foi bem executado, mas Bruno Fernandes fez tanta pontaria para a base do poste que ele desviou-se para o lado, e Vaná atirou-se parecendo ter o remate controlado. Foi assim que o árbitro deu o 1.º tempo por terminado.

⚠️Igualada a final de uma 🏆Taça Nacional com mais estrangeiros nos onzes (17 em 22):
2019 FC Porto x Sporting, Taça da Liga
2013 Benfica 1-2 V. Guimarães, Taça de Portugal
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⏰ INTERVALO | Porto 0 – 0 Sporting

Os finalistas recolhem ao balneário sem terem feito qualquer remate enquadrado, numa 1ª parte novamente muito faltosa entre os rivais
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🦁Sporting nunca perdeu frente ao 🔷FC Porto após um nulo ao intervalo numa final de Taça ou Supertaça (2V, 3E).
⚠️Os leões venceram as duas últimas finais com um 0-0 ao intervalo:
2008 bis 🇧🇷Tiuí, 🏆Taça de Portugal (após prolongamento)
2007 golo 🇷🇺Izmailov, 🏆Supertaça
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A Última Profecia (?)

Só os Pategos querem a Guerra

Nem no Natal os Pategos mais Pategos, dos Javardos mais Javardos, se desmarcam do seu chavascal (os porcos)... Bom Natal, pategada estúpida ...

Mais Manás