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quarta-feira, 26 de junho de 2019

Hierarquia da Situação I - Os 4 Cavaleiros

Oriundos das tertúlias mais espúrias, onde aos situacionistas desalojados se acoplaram os neo-exigentes e suas lamúrias, pensando que eram pensadores solistas, queixando-se em causa própria mas sem ver as futuras penúrias, juntando-se às hordas de oportunistas, liderados por patronos marionetistas e suas cúrias - alguns que corriam noutras pistas - tocando a música das ratazanas como o melhor dos flautistas, engendrando a "reconquista" que não veio das Astúrias, arrastando para a lama a resistência dos Sportinguistas, a fim de lhes assaltar a residência comum dando ou não nas vistas, que uma vez lá dentro são como os vampiros e os chupistas, deixaram-os entrar enquanto davam eco aos propagandistas, deixaram aterrar nos fóruns todos os pára-quedistas, permitiram tocar a música dos demagogos mais cínicos e populistas, silenciaram mas não a hipocrisia e as mentiras pseudo-elitistas, relativizaram quando eles seleccionaram as listas, quando alteraram a orgânica das AG's como estão previstas, fora os sacos que delas entram e saem às ordens dos golpistas, acederam quando apregoaram unir enquanto separavam os activistas, repetindo as cartilhas dos seus amigos colaboracionistas - pois sintam então as consequências sinistras, enquanto se entretêm a nutrir os Novos Sportinguistas, clones que custam caro conforme se vê nas rubricas, infiltrados a soldo para as distracções e pequenas tricas, enquanto o assalto prossegue e o sistema corrupto instituído passa entre as pingas.

A Fome dos campeões, a Morte do associativismo, a Pestilência do parasitismo, e a Guerra ao Sportinguismo que não se verga nem é de bem. Se ainda não chega, então iremos mais além. Os homens de mão são sabidos, sei eu, sabes tu, e ele também. Cavaleiros numa missão ao serviço de que rei? O deposto não foi que tem grilhões, Godinho dos Visigodos, ou Gnominho dos "sem" milhões? E o Imperador, será Engenheiro ou Doutor? De tão velhos e batidos, já cheiram a bolor, mas não os fiéis escudeiros e seus cavaleiros de louvor, com odor a lavanda e água de rosas mais que a sangue, lágrimas e suor.

É mais fácil silenciar a incómoda e rude verdade que a sedutora e elegante desonestidade, mas ela voltará acima mais cedo ou mais tarde.

SILÊNCIO                         COMPADRIO                              ATROFIO                         ARTIFÍCIO



domingo, 9 de dezembro de 2018

O banquete dos croquettes coquetes

Se não acreditais em távolas redondas, digo-vos já aqui que os croquettes sabem-as todas, mais que os cavaleiros com suas lanças oblongas, procuram-as como os surfistas procuram as ondas, para eles não há segredos, há convívios para entreter os mancebos nos intervalos das noites das facas longas.
Mas não é numa taberna qualquer que os irás encontrar, aquilo é gente que come tudo e caviar, mas não em qualquer lugar, e por mais que gostem de variar, volta e meia é à do Zé que eles se vão alimentar, sim, o Zé do Catering, o do contrato infindável com o Sporting, mas vou deixá-lo sossegado a marinar, se brilhar hoje não foi por aqui, foi na confecção do apetitoso manjar.
Assim se constrói uma união tão transversal como redundante, não de cristal nem de diamante, mas que deixa radiante qualquer criatura insignificante que gosta nem que seja por um instante de irradiar o sorriso pepsodente, a cavalo dado não se deve olhar o dente, e aparecer fulgurante e resplandecente, sob os candeeiros actuais e os candelabros do antigamente, à luz do castiçal e do talher refulgente, louça fina e guardanapo à tangente, para a fotografia da paz podre e aparente, porque a seguir há muita gente a perseguir.
Ao contrário dos códigos do cavalheirismo, ser refractário é um pródigo preciosismo, a saída do armário não implica qualquer civismo, o baptismo na causa do croquettismo a isso obriga, um neo-exigente trabalha como uma formiga, dá luta e vai à briga pelo seu copo de touriga diluída, ou a sua cervejinha arrefecida, enquanto petisca e manja da comida, claro está, "gratuitamente" fornecida, depois sim dá descanso à barriga e já pode dar uma de situacionista, enquanto se passa aos cafézinhos, conhaques e à tertúlia prometida, com que a guilda dos croquettes fica entretida.
Se não houver lugar para si, não desista, vista-se a rigor e faça-se à pista, torne-se um sorridente serviçal graxista, pratique com afinco a arte do contorcionista, invista o seu tempo em colóquio e entrevista, se for preciso ser Pinóquio deixe o controle ao marionetista, esforce-se para aparecer num canto da revista, elabore uma conspiração como labora um golpista, faça ginástica e insista até à conquista do seu momento à mesa, trate-os como a uma altiva princesa, comece a ignorar aqueles que ela mais despreza, e quando for sodomizado ou comido de cebolada, não se esqueça, diga para si mesmo, "há que levantar a cabeça".





A Última Profecia (?)

Só os Pategos querem a Guerra

Nem no Natal os Pategos mais Pategos, dos Javardos mais Javardos, se desmarcam do seu chavascal (os porcos)... Bom Natal, pategada estúpida ...

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