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domingo, 9 de abril de 2023

O hype do chapa 4.º

Já se sabia quão coquetes são os neo-exigentes, agora há a mais valia que delicia os croquettes, terror do Casa Pia e herói dos moços de fretes, levar três na bilha já não dói às trinquettes, desde que o Trinquinhas contorne uns alegretes, e à falta do Super-Paulinho coloque a bola dentro das redes, não uma nem duas mas pasme-se três vezes, sempre na brecha e ao som dos tituetes, como o Dr. Marquises fecha o plantel do Jorge Mendes, com uma técnica tão apurada que toca melhor que o Carlos Paredes, mais um eram quatro e o Bueno subia às paredes, isto segundo os iluminados que semeiam nas "netes", que por ganhar no Jamor presos por alfinetes, pensaram ter conquistado a taça mais refulgente, num hype que não lembraria a quem é boa gente, e por isso sente que está de bruços na retrete, mas pelo menos não passeia os carapuços que alguém mete.

Já em Barcelos não houve tanto golo, na verdade houve nenhum mas não foi intenção com dolo, houve sim muitas peneiras, erro e torcicolo, e o Trinca-espinhas só entrou quando o Rúben Amorim pô-lo, é ruim mas ama-lo perdidamente como tolo, pior só o Paulim e o Esgaio caboclo, Emanuel Ferro está para ele como Chewbacca para Han Solo - deram descanso à coqueluche para no Estádio d'Oeiras ser Lobo.

Agora falta perceber para que lado vai cair de novo o cabeça d'ovo.





sexta-feira, 17 de março de 2023

A salva do canhão gigante

Findada a 2.ª mão dos oitavos-de-final na Liga Europa, eliminada a formação do Arsenal apesar de dois empates em catadupa, e não foram duas vitórias por própria culpa, sendo que ambas as partes podem apresentar essa lamúria, apesar de se aceitar visto não ser uma qualquer eliminatória, antes em casa do primeiro classificado da Premier League, perante a equipe do Esforço, Dedicação, Devoção e Glória, permanece o sonho de ainda poder ser campeão para a história.
Mais uma vez houve invasão dos adeptos visitantes, e os jogadores provaram não ser ineptos perante eles, agora sem o mítico Tiago Fernandes ao leme, que sem tanto brio conseguiu um empate crítico semelhante, sem conseguir permanecer em prova daí para a frente.
Mas foi aí, com a capacidade portante de Emanuel Ferro, que se começou a fincar pé em terreno do perro canhão gigante... agora é uma constante!
Desta vez fez-se valer Adán, que tirou três (pelo menos) do rectângulo, mais o penúltimo penalti do desempate, e pelo meio conseguiu ganhar duplamente na moeda ao ar, e escolher acertadamente em que baliza ia defender e quem ia primeiro executar, sendo que também acabou por ser o Sporting a finalizar, com Nuno Santos a fuzilar e a dirigir-se à bancada dos adeptos leoninos a festejar.
Se no jogo anterior em Alvalade tinha ficado um dissabor com a remontada incompleta, neste não houve tanta cambalhota mas voltou a faltar quem entregasse a encomenda, e um golo do Arsenal logo de prenda.
O momento alto chegou depois do intervalo, um chapéu de Pote do meio-campo que subiu ao céu, qual projéctil catapultado por um legionário de Pompeu, e quando desceu deu um lendário capote de regalo causando sobressalto, permitindo ultrapassar a aflição e o garrote, e dar o mote à equipa para tentar voltar de assalto ao pote. Mas tal não foi conseguido, mais uma vez a eficácia foi um dó sustenido, e o prolongamento intensamente sinuoso e sofrido, apesar da congruência do defendido e construído, porém com alguns erros de inexperiência consentidos que provocaram imensos perigos, mas não fizeram muitos danos pois Adán foi Protector e Protegido.

A Última Profecia (?)

Só os Pategos querem a Guerra

Nem no Natal os Pategos mais Pategos, dos Javardos mais Javardos, se desmarcam do seu chavascal (os porcos)... Bom Natal, pategada estúpida ...

Mais Manás