A RTP passou recentemente o documentário sobre as cegonhas brancas (que quando eram espécie ameaçada nunca se lembraram delas, até ser probido remover os seus ninhos ou abatê-las, só agora que se tornaram uma das populações mais prolíficas de aves a sul do Tejo - tanto que, para os anais da etologia, já nidificam em falésias costeiras, onde se agrupam em colónias - e que os ninhos abundantes são desmantelados por questões de poluição, ou higiene urbana - o cócó de pássaro, ainda por cima do tamanho de uma ave pernalta, faz muita "mossa").
Agora era de fazer um documentário ainda mais interessante sobre as cegonhas pretas. Havia uma numa chaminé de uma unidade industrial abandonada perto do Estádio do Silves (e do edifício do cinema), vi-a eu uns bons anos atrás com os olhos que a terra há-de comer, no ninho, no topo da chaminé. Escurinha, e não era da fuligem, que a chaminé não deitava fumo. Nunca mais vi uma. São tão raras que são uma benção para quem as vê (felizes dos afortunados, os que amam a diversidade e a natureza certamente ficarão comovidos por as avistarem). Aguardo pelo documentário na RTP.
--- Bonus Stage (below the waterfall) ---
--- Hidden Stage (below the cave and/or the sky) ---
Assim, apenas com 9 singelas canções (e algumas variações), a força da verdade. O caminho dos 9 passos (ou etapas) se completa, na senda do trilho do Leão de Judah, ou Rastafari, que observa o voo secreto da cegonha, assim como de todas as aves e animais voadores, terrestres ou aquáticos, filho de Salomão, gerado de David, que descende de Isaac, cujo patriarca é Abraão, que vem de Sem, que provém de Noé.
Sem aniquilações "justificadas" para alcançar Zion - um leão não extingue nenhuma presa, ou qualquer outro animal (por consequência tanto instintiva quanto lógica, tal como Noé protegeu e salvou todas as espécies do dilúvio, pela vontade de Deus), porque as suas crias dependem deles, assim como as crias deles dependem das crias do leão, tanto como da família - e sem "backup" de armas, tanques, bazucas, agências, inteligência artificial, exércitos, estados, sanções, pacotes, vacinas, sabotagens e mentiras.
O Leão é como a Verdade, não precisa que o defendam ou ajudem a ser livre. Como os leões que vivem na savana ou na selva - e que foram extintos na Europa (Península Ibérica) por volta do ano 0 (era de Cristo), tal era e é a superioridade do "übermensch" europeu sobre os demais seres e criaturas (o que mais espécimes e espécies dizimou, em escala industrial por vezes, primeiro na sua envolvência, depois por todo o mundo conhecido, levando algumas à extinção).
A verdade não vem em lérias de propagandistas, não veio nem virá.
Novo avistamento de fenómeno celeste sobre a serra algarvia, no espaço aéreo a nordeste da serra de Silves. Desta vez 2 flashes luminosos de grande intensidade separados por cerca de um minuto, seguidos de ponto luminoso quase imperceptível a grande velocidade no sentido sul-norte logo após o segundo flash. Um minuto e pouco depois ponto luminoso em queda abrupta, provindo da zona de origem dos flashes.
Pode ter sido um fenómeno natural (colisão de meteoros ou detritos na atmosfera seguida de fragmentação e queda), mas o ponto luminoso quase imperceptível e ultra-rápido estranhamente cruzou o céu numa direcção intrigante, aparentemente rumo à zona de origem dos flashes e da "estrela cadente" (desvancendo-se).
Pode ser uma chuva de estrelas cadentes ou algum fenómeno electromagnético. Ou algo mais "sofisticado", seja tecnologia (humana ou não), ou de origem extra-dimensional ou espiritual (djinn/demónios/anjos).
Mais uma observação registada de fenómenos luminosos no céu nocturno.
Log file: (0)404 Δ
Analogia: o mais parecido que consigo associar ao que vi consta no vídeo abaixo. Porém foram dois flashes localizados (e não um clarão) com intervalo de um minuto; e o ponto luminoso a rasgar o céu não é o que primeiro se torna visível e se desloca lentamente (que não foi observável nada semelhante), é o que passa a rasgar de cá para lá muito rápido em poucos frames (muito idêntico), após o segundo flash. Um minuto depois, dá-se a queda do meteoro (intensamente brilhante e com rasto) sobre a serra, para oeste.
Veredicto: inconclusivo, mas talvez electromagnetismo ou uma espécie de "chuva de estrelas" (estranhamente com apenas um meteoro visível no período referido, e espaçada a intervalos praticamente regulares e algo longos entre os flashes e a queda do meteoro).