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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Regresso à feira medieval II

Recomeçado o já típico arraial, num campo tão ou mais pequeno que o próprio Portugal, valha que menos mau que um batatal, Wendel viu o árbitro a amarelá-lo, por travar um feirante que deixou com a bola escapar, quando simulou de corpo com ela a passar.
Diaby andava aqui e ali, há momentos que dá nas vistas, mesmo com consequências imprevistas, outros que me esqueci, o que interessa é que nem me apercebi, quando cruzou com conta, peso e medida do lado do Ristovski, e Bruno Fernandes projectou-se de cabeça como um skydiver nos Andes, voando perante o central e desfeiteando o guarda-redes.
Era o momento mais endiabrado, Diaby corria e aparecia em todo o lado, Briseño teve de travá-lo um bocado, quando à entrada da grande-área o maliano ia lançado, vendo também um cartão amarelado. Livre directo foi assinalado, montar a barreira da Feira foi um tratado, Flávio Ramos e Doumbia engalfinharam-se e foram admoestados, mas finalmente quando tudo ficou alinhado, desmontá-la foi menos complicado, Ristovski baixou-se onde estava pregado, Bruno Fernandes rematou num arco colocado, não muito forte nem muito enrolado, o suficiente para marcar um golo tramado.
A partir daí já não houve tanta disponibilidade, a equipa foi rodada consoante a necessidade, mas os pregadores da Feira, os tais a que se reza a Santa Maria que perdoe uma vida inteira, mostraram ainda vontade, e não se resignaram sem tentar marcar, com mais um cabeceamento de João Silva depois de Vítor Bruno cruzar, desta vez a acertar no alvo, sendo o Sporting de novo salvo pelo felino Saint Renan, que tentou resistir ao destino e desviou a bola por cima da barra para canto. O canto foi batido para o 2.º poste, onde Briseño cabeceou para as mãos do guardião.
Em novo transversal cruzamento, executado por Tiago Silva do lado esquerdo, Stivan Petkov esticou-se mas não foi a tempo. O Sporting mal atacava e defendia ainda pior, e se alguém pensava que eram apenas fogachos ou o último estertor enganou-se, Borja e Ilori atrapalharam-se e Stivan entusiasmou-se, depois de um livre batido num pontapé longo, rodopiando no ar e aplicando um pontapé habilidoso, estava de costas para a baliza e para ela voltou-se.
Tentaram ainda no último quarto de hora aproximar-se, Manuel Mota e seus rapazolas é que continuavam a enganar-se, quando assinalaram falta a Chico Geraldes sem que ele em ninguém tocasse, apenas porque alguém resolveu saltar e nele apoiar-se.
Pouco depois deu-se outro milagre, cartão amarelo para Renato Soares, a dez minutos dos noventa por travar Geraldes num contra-ataque, afinal ainda não tinha agraciado o rei do combate.
Mantendo-se pitosga até ao fim, o cara de osga ainda conseguiu inventar um livre num corte limpo de Doumbia, posicionado atrás do atacante daquela equipa tão má mas não tão errante quanto a que se diz equidistante.
Foi um serão divertido, mas intrigante... muito sofrimento do Leão à do Feirante, e uma vitória por milagre aparente, conseguida mais à tangente do que parece distante, não muito potente nem elegante, que serviu para recuperar algum atraso para o dragão que vai à frente.

🇵🇹 FINAL | Feirense 🆚 Sporting

🦁 regressa às vitórias, na terceira derrota "fogaceira" consecutiva
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🇵🇹 Feirense 🆚 Sporting

Bruno Fernandes (who else?) marcou 2 golos e não precisou de muito mais para ser o melhor em campo 
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📣Primeira vitória do 🦁Sporting em 2019 fora de portas a contar para a 🇵🇹Liga NOS 18/19.

⚠️Os leões não triunfavam longe de Alvalade desde 3 Dezembro 2018 quando derrotou em 🏟️Vila do Conde o Rio Ave por 1-3
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domingo, 10 de fevereiro de 2019

Regresso à feira medieval

Haverá sempre uma feira, dizem os sóbrios após a bebedeira, ainda mal curados da ressaca, assim como um convalescente se levanta da cadeira, esquecendo o que fizeram na cloaca, às vezes mais ao lado, mas à do Feirense passa-se sempre um bom bocado, mais ou menos atribulado.
As barracas estavam montadas, a do anfitrião com um orientador novo, talvez a pedido do povo, farto dos retalhos da manta, ou porque a paciência da direcção não era assim tanta, mas quem sou para ter garganta, o Novo Sporting já vai no terceiro ou quarto sacripanta, o Dr. Marquises nem canta muito menos encanta, sei é que houve logo no minuto segundo sapatadas, uma entrada de pitons do Renato São Cacetadas, no tornozelo de Bruno Fernandes, que só a equipa de Manuel Mota, e o vídeo-árbitro da cepa torta Bruno Esteves, não consideraram digna de se expulsar o sarrafeiro dos almocreves - nem sequer uma penalização das leves!
Havia de tudo, comes e bebes, vai daí não vai de modas Vítor Bruno, também quis aproveitar as benesses, ceifou Diaby por trás, antes que se escapasse o diabólico rapaz, mas aos cinco minutos o árbitro lembrou-se dos cartões, e mostrou-lhe um amarelo (mas não mais, nas outras vezes todas em que não foi capaz).
Engraçado o momento em que esse mesmo portento, num canto em que está a marcar o holandês do tormento, não o careca perdido no seu pensamento, o outro que estava em movimento, tentando libertar-se de um aprisionamento sem braços nem cabeça, mas com tronco e à reversa, foi prosseguindo em impedimento, empurrado contra o guarda-redes, com a equipa de arbitragem controversa a transmutar uma eventual grande penalidade em falta ofensiva sem cabimento.
No que respeita ao pontapé na bola, para além do jogo de cintura e das entradas de sola, havia pouco a mostrar, um ou outro cruzamento para Renan treinar, remates exteriores com alguém a tentar.
Os alquimistas do apito continuavam na sua senda, parecia que arbitravam com uma venda, talvez por isso consideraram que o último a tocar na bola foi Wendel, quando a cortou contra a perna do tal Renato, este não é de ouro é de bicarbonato, lançamento contra o Sporting assinalado, e logo a seguir quando viraram uma falta sobre Coates à entrada da área em livre para a equipa que defendia, a adversária.
O desafio vivia de repelões, era tudo tão sofrido que se sentia comichões, pouco conseguido menos em trambolhões, e foi assim que Briseño entrou pelo centro, sucessivos ressaltos ganhos por ali adentro, até um corte de Ilori que serviu provisoriamente, que ressaltou num fogaceiro novamente, desta vez Coates cortou contra João Silva, o que assustou Renan cioso pela sua baliza, atirando-se ao chão e cedendo um canto como cedeu à Troika a Maria Luísa.
O que se passou depois foi engraçado, o canto foi batido e bem colocado ao 1.º poste, onde quatro jogadores fogaceiros estavam em linha a postos, e o Renato Bicarbonato adiantado em relação a todos, portanto em fora-de-jogo, porque houve um deles antes que à bola saltou e lhe tocou, apenas com Renan focado, a impedi-lo de fechar aquele lado da linha de golo, o guarda-redes tentou como pôde defendendo mal posicionado contra o obstáculo dele, que de costas e no ressalto marcou um golo sem vê-lo. Porém desta vez deu sinal o Bruno Esteves, o José Mota foi ao ecrã ver, e descortinou uma das duas irregularidades, só tinha que escolher, um golo bem invalidado como devia ser.
A seguir voltou a sarrafada, quando alguém se escapava era sempre convocada, a ordem era para atingir quem desequilibrava, e lá tinha Manuel Mota de ir distribuindo mais um cartão a quem não era reincidente na stickada, por isso puniu Cris quando travou a arrancada de Wendel no meio-campo, mas não mostrou o segundo amarelo a Vítor Bruno Sapateiro, quando foi de pitons ao pé do holandês artilheiro, que teve debaixo d'asa na outra vez que o quis levar para casa - e assim lhes acertava e não pagava, a tempo inteiro.
Cansados de tanto apanhar, resolveram os visitantes aproveitar o livre, com Bas Dost a fugir e a deixar passar, um defesa a cortar para onde ele a foi apanhar, com um remate improvisado na bola que ia a passar a meio do ar, e o guarda-redes a voar para a afastar.
Os pauliteiros não se deixaram intimidar, mudavam de flanco e apareciam pela ala a cruzar, João Silva surgia solto a cabecear, sem conseguir enquadrar, mas iam somando cantos, e houve um milagre Reinaniano de causar espantos, a bola quase lá dentro defendida instintivamente, quando Sturgeon no chão a levantou, depois desta passar por toda a gente.
Não havendo danos, parecia que iam cerrar-se os panos para o intervalo, amigos como dantes e siga a feira do cavalo, mas antes quis o Sporting aproveitá-lo, com uma contra-ofensiva inteligente, bola derivada a passar de um lado ao outro, Acuña ao centro a picar para o espaço onde vai mijar o potro, por cima da defesa, na área à esquerda apareceu Borja para o cruzamento, Wendel começou a jogada e apareceu na zona aposta, cabeceando contra Briseño que esticou o braço e fez bosta, desviando a bola e marcando um golo como quem encosta.
Pouco depois veio mesmo o descanso, afinal a primeira parte não foi totalmente um falhanço, só não sei ainda qual de todos o mais tanso, foi tudo tão mastigado que até soube a ranço.

Foi o 88.º auto-golo que o 🦁Sporting beneficiou na 🇵🇹Liga Portuguesa.

⚠️Equipas com mais auto-golos a favor [% dos golos]:
107 🦅Benfica [0,2%]
90 🐲FC Porto [0,2%]
88 🦁Sporting [0,2%]
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⏰ INTERVALO | Feirense 0 – 1 Sporting

Vantagem para os "leões" finda a 1ª parte, apesar das dificuldades colocadas pelos feirenses
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Dupla Infernal

Agora que Keizer conquistou o seu primeiro troféu, a Taça da Carica que lhe caiu do céu, contra tudo e contra todos, até Peseiro que o antecedeu, que derrotado pelo Estoril em casa quase a perdeu, sofrendo golos a rodos, não deixa de ser verdade que o troféu também é dele, mas foi preciso vir K0 para P0 ganhar aquele, e ao mesmo tempo igualar todo o palmarés seu.
Contos encantados de um elfo e um homem-bezerro, o denominador comum entre eles é o zero, e claro, Rei-Nan, o guardião número 40, que lhes deu a Glória nos penáltis depois dos 90.

José Marcelo P. Keizero (créditos PauloSCP)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Há lodo no Ca(d)is II

Ao iniciar o 2.º tempo, entrou o Sporting com maior alento, balanceado para o ataque, Raphinha veio da esquerda para dentro e fez um mau passe, a bola foi encontrar Wendel que com espaço chutou mas o disparo enrolou no relvado molhado, e facilmente foi debelado. Depois do remate arrastado, foi Wendel que escorregou quando saía para a frente, no meio campo. De uma falta sobre Doumbia resultou um livre batido para a área, onde apareceu Bruno Fernandes do lado direito, a rematar com o pé destro a meia altura, tendo Cristiano defendido e metido água na fervura. Novamente o brasileiro de bigode teve a iniciativa e subiu pela faixa sinistra, mas Mano cortou para fora para deter o perigo à vista. Do lançamento lateral, Wendel combinou com Jefferson que foi cruzar à linha de fundo para trás de meio mundo, e quando Raphinha se elevou para tentar finalizar de cabeça, o árbitro assinalou uma falta ofensiva expressa. De imediato, tendo Rúben Micael e Bruno Fernandes se pegado, ofereceu um cartão amarelo a cada um, mesmo que só o primeiro o tenha justificado, por uma falta que tinha passado. As faltas sucediam-se para suster a ofensiva, Diaby furava pelo meio-campo quando foi travado, de forma activa.
O Vitória tentava contrariar, e ganhou um canto quando Jefferson tentou a saída de bola guardar, e pressionado foi o último a lhe tocar. Daí veio um cruzamento venenoso, que apareceu na pequena área como se nada fosse, e só não foi porque alguém o despachou.
Tal como no primeiro tempo, especulava-se muito no momento de desequilibrar, e foi assim que Wendel se perdeu em fintas e deixou o opositor o anular. Nos minutos seguintes acentuou-se a pressão, defenderam como puderam com o coração na mão, mas nada conseguiu o ataque do Leão.
A seguir deu-se a golpada, Mendy a saltar à bola com Doumbia, e Ristovski a chegar levou na tola uma cotovelada, de tal forma aplicada que ficou com um galo em menos de nada, e virando-se para o árbitro perguntou-lhe porque não foi a falta marcada, e este olhando-o com desdém levou com uma boca revoltada, que não gostou de ouvir, indo ao bolso para com o cartão vermelho investir, com cara de quem está com ela atravessada. Eis Hélder Malheiro em acção, e o VAR devia ter a comunicação bloqueada.
Raphinha driblou um oponente e entrou na área, ao tentar passar pelo segundo este cortou de forma totalitária, levando à frente a bola e a canela adversária. Cristiano começou a queimar tempo, e sendo demasiado ostensivo não teve outro remédio Hélder Malheiro que punir o tédio do goleiro lusitano, não bastava um aviso.
O treinador Marcelo, que já vi alguém dizer que é um elfo, talvez na sequência do homónimo Marcelfie, tirou Doumbia e Raphinha e fez entrar Gaspar e Nani.
Não conseguindo o Vitória chegar-se à frente, começou o árbitro a assinalar faltas à tangente, Coates ergueu o pé e cortou a bola perante Cadiz, que se projectou para o chão sem ninguém lhe tocar e convenceu o árbitro como quis.
Quando Bruno Fernandes combinou com Wendel à entrada da área e se preparava para arrancar na passada, parado por uma falta que lhe foi aplicada, o árbitro não se lembrou de punir a alimária.
No livre directo Nani executou dois remates consecutivos, que esbarraram na barreira pelos mesmos motivos, e na insistência indo a bola parar a Bruno Fernandes, este levantou para a entrada de Coates, que foi chocar com o guarda-redes Crisitiano depois de agarrar à primeira no ar.
Mikel continuava à vontade, não tanto quando apanhou Nani pela frente e teve de fazer mais uma falta evidente, num carrinho não muito inteligente, mas Hélder Malheiro, com ele(s), era sempre mais complacente. Jefferson bateu o livre inútil, a bola andou de um lado para o outro e deu mais um canto fútil. A seguir entendeu o treinador substituir o central improvisado Petrovic e fazer entrar o avançado Luiz Phellype.
Quando Bruno Gaspar levou o seu esforço avante e tentou passar por Vasco Fernandes, foi por este empurrado com o braço dando o lance por terminado, claro que aqui nem falta foi, quanto mais cartão amarelo, só assinalou infracção quando o Sporting insistiu num novo libelo. Quando Jefferson empurrou Mendy do outro lado, este estava no ar elevado e o árbitro não teve dúvidas, livre directo assinalado sem grandes consequências.
Nani e Gaspar estavam mais frescos e entretinham-se a trabalhar e a desembaraçar novelos na direita do ataque, e foi assim que com presença de espírito um lançamento conseguiram ganhar, e depois elaboraram uma jogada com um cruzamento do lateral, que foi parar ao meio da grande-área com Cristiano a afastar com o punho e Bas Dost a saltar, indo a pelota parar aos pés de Bruno Fernandes, que fez um remate da pichota mas apanhou o holandês de costas para a baliza, e dando-lhe um toque de raspão como quem improvisa, com o calcanhar a subir até quase bater no cu, conseguiu aproveitar a desorganização e fazer o um a um.
A equipa galvanizou-se, a desvantagem estava desfeita, e tentou alcançar a vitória com a mesma receita, talvez fosse a tempo de se redimir do jogo em Tondela, onde contra dez sofreu um golo e foi de vela, e Bruno Fernandes andava à espreita, procurou desmarcar Diaby que corria fugindo de alguma maleita, mas o defesa interceptou e fez-lhes uma desfeita, e depois executou de fora uma finalização mal feita.
Coates foi punido com cartão amarelo, depois de agarrar Mendy quando este se libertava dele. Quem se emancipou no meio de três ou quatro foi Nani, pegou na bola na direita e dali partiu para o meio, mas sofreu falta e já não conseguiu o drible derradeiro. Bruno Fernandes bateu o livre para lá da pequena área, que foi cortado para canto pela equipa adversária. A seguir foi recuperar a posse perdida após um lançamento, acabando por sofrer uma falta.
Luiz Phellype andava na frente a fazer número, mas não conseguia impor-se nem alguém se lembrava dele, só o árbitro que marcava falta bastando vê-lo.
Quando Wendel recolheu a bola do lado esquerdo e viu atrás de si surgir Bruno Fernandes em espaço aberto, assistiu-o com um passe recuado, o português não se fez gorado e sacou um remate bem tirado, defendido para fora por Cristiano, isto já no primeiro dos sete minutos de desconto, tal não foi o tempo queimado. Os cantos sucederam-se, mas se houve momentos do jogo em que os jogadores perderam-se, certamente foram esses, e as últimas tentativas de Wendel saíram como sempre à figura do guarda-redes. Na última vez que Bruno Fernandes tentou um passe em profundidade para deixar alguém à vontade, Bas Dost foi em offside apanhado, no limite, mas provavelmente bem tirado. Nuno Valente agarrou ainda Nani, sendo amoestado, e Luiz Phellype, ao tentar um pontapé na área em habilidade, tal como Diaby de baliza aberta no lance anterior de fora-de-jogo, acabou por ver o árbitro a negar-lhe a veleidade.
O jogo não terminou sem uma derradeira e clamorosa oportunidade, mas para os homens daquela cidade, isto porque Nani, que jogava solto onde havia necessidade, vindo atrás recuperar um passe tresmalhado, e executando um atraso defeituoso sem maldade, permitiu ao seu perseguidor interceptá-lo e tentar um remate enquadrado, que se não fosse Renan a travá-lo, numa defesa que não foi vã, teria originado um péssimo final, agravado - e desta vez não havia penaltis para desempatá-lo.

🇵🇹 FINAL | Vitória Setúbal 🆚 Sporting

🦁 marca passo à beira-Sado, nas vésperas do dérbi
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O 🦁 Sporting soma o 3º empate consecutivo (todas as competições)

▶ Os leões ganharam apenas 2 dos últimos 7 jogos
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O Sporting vive a pior série sem vitórias na época (3 jogos sem ganhar)

Os 🦁 não estavam numa série de partidas sem triunfo desde os últimos 3 jogos de 2017/2018 (2 derrotas e 1 empate)
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Como visitante, o Sporting perdeu pontos 2 vezes mais do que aquelas em que venceu

▶Moreirense - 1x3 ✔
▶Benfica - 1x1 ❌
▶Braga 1x0 ❌
▶Portimonense - 4x2 ❌
▶Santa Clara - 1x2 ✔
▶Rio Ave - 1-3 ✔
▶V. Guimarães - 1x0 ❌
▶Tondela - 2x1 ❌
▶V. Setúbal - 1x1 ❌
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🇵🇹 Vitória Setúbal 🆚 Sporting

8 defesas, e algumas intervenções fora da baliza, valeram a Cristiano o prémio de melhor em campo ⭐
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A Última Profecia (?)

Só os Pategos querem a Guerra

Nem no Natal os Pategos mais Pategos, dos Javardos mais Javardos, se desmarcam do seu chavascal (os porcos)... Bom Natal, pategada estúpida ...

Mais Manás