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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

O pomo da discórdia

Se este Novo Sporting foi vendido como fomentador de união e concórdia, através de marketing desmedido, muito spin doctor e comunicação-mixórdia, a verdade tem outra versão e é o pomo da discórdia, na realidade em qualquer reunião dos sócios com a direcção há balbúrdia.
Numa assembleia geral realizada na anterior quinta-feira, com ponto único de discussão e sem aceitação de requerimentos da plateia, como se fosse a quinta do senhor da aldeia ou da feira poveira, limitada a discussão e votação da orçamentação caseira, como se houvesse preocupação quando a massa associativa se chateia, queixou-se ao final o Presidente Rogério por ser parcial e não inteira, talvez pela aprovação tangencial com menos votantes que a opção derradeira.
Houve pletora de participação e contestação, e se tiveram de aturar o Conselho Directivo mandrião, nem deixaram falar o penetra anão, Sousa Cintra, o ancião, ungido pela Comissão de Gestão, que saiu e também falou para a televisão, chorando por carência de atenção, queixando-se de falta de consideração, principalmente da actual direcção, que nem uma palavra teve de gratidão, pela bravura e heroísmo da sua desinteressada missão, tudo isto, claro, na sua própria e toldada visão.
Miguel Afonso falou de Jorge Fonseca, campeão mundial de judo, e que o Sporting falhou sobretudo mas o judoca se portou mal - afinal a falha com ele foi propositada ou acidental? Sem ser a Juve Leo e o Núcleo do Cacém, e cerimónia oficial a homenageá-lo? Capa do jornal ou programa especial a celebrá-lo?
Houve também o número habitual do Salgado Zenha, que mistura lérias enquanto racha lenha, mas não tira férias se tiver quem entretenha, e de todos é o que tem mais manha, não sei se se desenrasca ou se se amanha, ele não é cobra mas vende-lhe a banha, como não realçar personagem tamanha?
Falta mencionar o director João Sampaio, que também dava pontapés nas portas nos idos de Maio, mas nem me vou alongar se não ainda desmaio, quando abre a boca para falar é pior que levar com um raio.
Por fim o líder-faz-de-conta, Frederico Varandim, espécie de barata tonta, conhecido por nas AG's da SAD petiscar amendoim, nas do Clube pela atitude de gandim, alvo dos protestos e causador do chinfrim, tem tanto talento e jeito para aquilo como um pinguim, e ainda por cima manda beijinho como o Xi Jinping em Beijing.
Qual deles o mais gracioso, perguntam vocês a mim? Nem sem peles e caroço, é tudo fruta podre, não de ouro, e da mais ruim. Revoltem-se, sim!



quarta-feira, 26 de junho de 2019

Hierarquia da Situação I - Os 4 Cavaleiros

Oriundos das tertúlias mais espúrias, onde aos situacionistas desalojados se acoplaram os neo-exigentes e suas lamúrias, pensando que eram pensadores solistas, queixando-se em causa própria mas sem ver as futuras penúrias, juntando-se às hordas de oportunistas, liderados por patronos marionetistas e suas cúrias - alguns que corriam noutras pistas - tocando a música das ratazanas como o melhor dos flautistas, engendrando a "reconquista" que não veio das Astúrias, arrastando para a lama a resistência dos Sportinguistas, a fim de lhes assaltar a residência comum dando ou não nas vistas, que uma vez lá dentro são como os vampiros e os chupistas, deixaram-os entrar enquanto davam eco aos propagandistas, deixaram aterrar nos fóruns todos os pára-quedistas, permitiram tocar a música dos demagogos mais cínicos e populistas, silenciaram mas não a hipocrisia e as mentiras pseudo-elitistas, relativizaram quando eles seleccionaram as listas, quando alteraram a orgânica das AG's como estão previstas, fora os sacos que delas entram e saem às ordens dos golpistas, acederam quando apregoaram unir enquanto separavam os activistas, repetindo as cartilhas dos seus amigos colaboracionistas - pois sintam então as consequências sinistras, enquanto se entretêm a nutrir os Novos Sportinguistas, clones que custam caro conforme se vê nas rubricas, infiltrados a soldo para as distracções e pequenas tricas, enquanto o assalto prossegue e o sistema corrupto instituído passa entre as pingas.

A Fome dos campeões, a Morte do associativismo, a Pestilência do parasitismo, e a Guerra ao Sportinguismo que não se verga nem é de bem. Se ainda não chega, então iremos mais além. Os homens de mão são sabidos, sei eu, sabes tu, e ele também. Cavaleiros numa missão ao serviço de que rei? O deposto não foi que tem grilhões, Godinho dos Visigodos, ou Gnominho dos "sem" milhões? E o Imperador, será Engenheiro ou Doutor? De tão velhos e batidos, já cheiram a bolor, mas não os fiéis escudeiros e seus cavaleiros de louvor, com odor a lavanda e água de rosas mais que a sangue, lágrimas e suor.

É mais fácil silenciar a incómoda e rude verdade que a sedutora e elegante desonestidade, mas ela voltará acima mais cedo ou mais tarde.

SILÊNCIO                         COMPADRIO                              ATROFIO                         ARTIFÍCIO



A Última Profecia (?)

Só os Pategos querem a Guerra

Nem no Natal os Pategos mais Pategos, dos Javardos mais Javardos, se desmarcam do seu chavascal (os porcos)... Bom Natal, pategada estúpida ...

Mais Manás