sexta-feira, 12 de novembro de 2021

O Homem Marabunta

Reentrando nesta antiga casa devoluta, perdido numa neblina densa e justa, por trás da cortina traçada e vetusta, por baixo da camada de pó enxuta, jaz abandonada a mobília oculta, que as térmitas roeram na sua labuta, mais intensa que aquela dos Homens da Luta, lideradas pelo incansável Homem Marabunta, que ninguém vê quando perscruta, trabalha no silêncio e só quem ouve escuta, mas nunca responde quando alguém pergunta.
Que não te deixes ficar instalado, aviso-te já para não seres enganado, este tabernáculo já foi revirado, tem fantasmas mas não cantam o fado, o álcool foi bebido e o ópio fumado, não te habitues que ficarás viciado, poderás dar por ti empoeirado, do estetoscópio do fisiatra acordar ao lado, isto já foi um diamante lapidado, um larápio o levou ou foi empenhado, talvez para Antuérpia tenha embarcado.
Vai-te embora já, que o Homem Marabunta está esfomeado.






A Última Profecia (?)

Só os Pategos querem a Guerra

Nem no Natal os Pategos mais Pategos, dos Javardos mais Javardos, se desmarcam do seu chavascal (os porcos)... Bom Natal, pategada estúpida ...

Mais Manás