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segunda-feira, 17 de abril de 2023

Karma Suta

Agora que os neo-condescendentes normalizaram as vitórias morais e as derrotas à tangente, e os empates fatais de outrora tornaram-se rotas banais e recorrentes, para transportar a poeira que afecta a mioleira dos mesmíssimos outrora neo-exigentes, tudo como antes no quartel de Abrantes e servem-te palha às paletes, daquela usada para os anais do sexo refinado dos croquettes.
Tomara o Dr. Marquises, neste início de 2.° mandato cheio de varizes, na continuidade da mediocridade que os faz ser felizes, ter um indício duma época tão bem planeada como a última do "maluco" recheada de crises...
...entretanto andam os bobos da corte entrevados a gozar as lampionices, distraindo alienadas abéculas com suas ridículas parvoíces, como um nu a rir-se dum roto enquanto aprova nabices. Já não há terroristas mas continua o bacanal dos aprendizes, derrotas no Caldeirão com o último são afinal pintelhices, propagandistas servem encantadores e sacrificam-lhes petizes, cartazes e taças nem vê-las, quanto mais cérebros, Champions Leagues! Situação boa para Corporates!
Aumentaram as quotas e as categorias de sócios "deferentes", apregoaram records de bilhética e inclusive de enchentes, operações de cosmética criaram "cidades" inexistentes, definharam as modalidades e o futebol é estética em todas as vertentes, o 4.º lugar na Liga é uma realidade de vários meses, tornando-se já a norma e não a excepção de "às vezes", a banda sonora palmadinhas nas costas e ladainhas adormecentes, enquanto enriqueceram os guerreiros do milho com negócios exorbitantes, entulho a ser transferido a custo de milhões valentes, o Salvador parou de rosnar e encheu o bandulho com os presentes, o treinador desenhou um labirinto táctico de percurso errático sem saídas eficientes, em qualquer recinto sem Varandas ou com ele na tribuna fazendo fretes, "independentes" e "opositores" venderam-se como meretrizes, seu "silêncio é de ouro" e valeu-lhes umas valises, quem disser o contrário da cartilha diz traquinices, a direcção é uma ilha habitada por filhotes de codornizes.












terça-feira, 20 de agosto de 2019

Tangencial ritual

Na tribuna de Alvalade instalou-se Salvador à vontade, Dr. Marquises sentado ao lado como se fosse cara-metade, cumprindo o protocolo com toda a intenção e dolo - pela terceira vez nesta época oficial, depois do Estádio do Algarve e dos Barreiros no Funchal - onde agora todos entram excepto o antecessor local, o excomungado Destituído pela Comissão / Conselho Fiscal, cozinheiros de uma forçada e polémica Assembleia Geral - onde até houve à entrada forte aparato policial, que incluía revista e folhetins de (tele)jornal - paneleiros esquisitos daqueles que usam o avental, dando ares ao futebol português de ter regressado ao habitual, e que no Novo Sporting só gente de bem e funcional.
No relvado vinha do Minho o Arsenal, treinado por um Sá Pinto um tanto ou quanto formal, e assim que soou o apito inicial, conseguiram os da casa ir impondo o seu caudal, culminando num golo apontado de pé esquerdo por Wendel, após recolher com o direito o passe recuado do desmarcado pontal, delineando uma jogada articulada e fatal. Antes, uns fogachos de Bruno Fernandes e um cabeceamento de Coates num pontapé de canto sem alcançá-lo.
A partir daí começou acção de queimá-lo, falo de Renan - o que defendeu o chavalo!, defendeu um desvio do uruguaio quando tentou interceptá-lo, saltou e tirou por cima da barra um longíquo disparo, e Hassan as mãos de Reinan (à queima-roupa) quando se projectou para tocá-lo, e há ainda um passe lateral que deixou escapá-lo, e já se sabe que quem não dá é capaz de sofrer um estalo, Claudemir deixou-se dormir e veio Bruno Fernandes por trás roubá-lo, o que galgou e galopou mais parecendo um cavalo!, só teve de desacelerar, simular o enquadramento e alterá-lo, puxar para o pé canhoto e na passada fabricar um golo a solo.
A 2.ª parte foi muito mais desesperante, o Braga assumiu-se, quis e chegou-se à frente, apenas por uma vez o Sporting lhe meteu medo, andou ali a disparar bolas rasantes à tangente, remates atravessados e combinações com muita gente, obrigando às alterações do holandês diferente (o outro andava a recusar-se a um pseudo-dirigente), recuando a equipa e mais defesas metendo, Neto por Diaby que inflamou mais que o neo-exigente, pelo pastoso Luiz Phellype serviu o delicioso Vietto, e seguiu-se o Eduardo pelo Wendel demasiado quente, reforçando pelo centro um meio-campo impotente, para ajudar o Doumbia a varrer e tapar por dentro.
Após o golo que devia estar predestinado, falo claro da finalização do Wilson Eduardo, que de tanto marcar ao Sporting já anda mal habituado, com Saint Reinan à procura do sítio onde melhor ficaria tapado, depois de ver bater no poste outro tiro cruzado, deixou passar ao meio o remate rasteiro do esconjurado - dará para trocá-lo por Diaby fazendo um pacto com o Diabo?
A partir daí o que se viu foi o Vietto a ser travado, arrancadas em contra-ataque falhadas por todo o lado, e o coração nas mãos à espera que o caldo não ficasse entornado.

⏱️ INTERVALO | Sporting 2-0 Braga

Excelente entrada do "leão", que mostrou uma eficácia ofensiva superior à dos "arsenalistas" 🎯

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⏱️ FINAL | Sporting 2-1 Braga

Reacção minhota na segunda metade insuficiente para evitar primeira vitória leonina da época 🦁

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🇵🇹 Sporting 🆚 Braga

Com 6 defesas, 2 delas praticamente impossíveis, Renan Ribeiro 🇧🇷 contribuiu decisivamente para a conquista dos 3 pontos ⭐
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

O segredo é a alma do(s) Guerreiro(s)

Na deslocação dos guerreiros minhotos a Alvalade - não os conquistadores da outra cidade, na classificação os terceiros com mais 7 pontos à vontade, o Novo Sporting precisava de combater mais que uma contrariedade, a acentuação do atraso pontual, a reformulação súbita do plantel, com as saídas prematuras de Nani e Montero, para poupar dinheiro segundo o mentidero, e a crise de resultados que vinha desde Janeiro, não atenuados com a conquista do invernal torneio.
Quando Jorge Sousa indicou o pontapé de saída, começaram as equipas a fazer pela vida, tentando impor-se no controlo da partida, e o equilíbrio inicial indicava uma contenda repartida. A primeira jogada de ataque dos arsenalistas só terminou no último reduto dos sportinguistas, com Coates a dar nas vistas ao desarmar em carrinho um jogador vindo do Minho, já preparando-se para ser um dos protagonistas.
Atacaram os verde-e-brancos com Ristovski a passar desmarcado pelo lado direito, arrancando um cruzamento cortado pelo último esteio dos braguistas, Raul Silva, muito solicitado e com prestação muito activa ao longo da contenda. Pela esquerda entrava a gema argentina, claramente o já batido Acuña, o Ovo em "legenda" ia pela ala frequentemente, na tentativa de abrir o jogo da equipa leonina, e mais por dentro, soltos e à frente, procuravam os rasgos Diaby e Wendel, com o Holandês Voador, que gostou tanto do penteado do conterrâneo treinador que o imitou, a indicar com o reflexo na careca luzidia, qual farol da ilha de Santa Maria ou no Mediterrâneo a de Ibiza, o caminho do golo, a linha de passe dele, para melhor visar a baliza. Pelo interior era Gudelj que apoiava, atrás de Wendel que transportava e ligava o jogo com o senhor das operações, Bruno Fernandes, com as mesmas funções e pilosidade facial que antes. A linha defensiva estava diferentemente disposta, Coates, Ilori e Borja complementavam-se e tornavam-se assim uma defesa mais composta e melhor articulada, não tão esburacada, com o apoio dos laterais no fecho das suas faixas, reduzindo o perigo dos contra-ataques e controlando mais facilmente as zonas centrais e baixas.
Nos primeiros minutos sucederam-se alguns cantos, fruto das incursões pelas alas de ambos os conjuntos, e cruzamentos de bola corrida, que normalmente eram desfeitos por quem defendia, ou mal aproveitados quando a bola lhes fugia. Eram os centrais e os guarda-redes que iam fazendo o que lhes competia, e quando havia uma falha e alguém se escapava, um fora-de-jogo a corrigia.
A melhor oportunidade surgiu quando Ristovski mais uma vez subiu e Bruno Fernandes, conservando a bola com alguma habilidade, o viu, libertando-o para o espaço onde ele surgiu a assistir Bas Dost, que corria desmarcado ao 2.º poste e na passada rematou a bola rasteira cruzada, conseguindo Tiago Sá perceber a definição e evitar a conclusão bem sucedida da jogada.
Foram novamente os três a criar perigo, jogada pelo chão e com sentido, o cruzamento de Ristovski encontrou Bas Dost, mas foi Bruno Fernandes fora da área que por ele foi servido, de costas para a baliza com um atraso bem medido, aproveitando a linha de tiro e o remate desferindo, por Tiago Sá em estirada defendido.
Diaby e Acuña não conseguiam rasgar na profundidade ofensiva, e a equipa visitante vivia do lançamento de Esgaio em corrida, aproveitando as recuperações de bola e a transição rápida, que acabavam travadas por Coates, Ilori ou Borja já dentro da grande-área. Remates exteriores foram solução tentada, mas ou iam à figura ou para a bancada.
Até que, quando tudo parecia encaixado e passava da meia-hora, já Renan tinha fintado lá atrás e ficado tudo à nora, Raul Silva foi generoso na cacetada como sempre fora, e fez uma falta disparatada numa bola pouco comprometedora, saltando sobre Bruno Fernandes de forma intimidadora. A falta à entrada da área parecia promissora, ultimamente cada livre é um golo de arromba, descaído para a direita ficava ao jeito do pé esquerdo de Acuña, mas foi Bruno Fernandes destro que executou por cima da barreira, surpreendendo o guarda-redes que ainda tentou alcançar mas a bomba ia imparável e certeira.
Antes do intervalo, e depois de uma ou outra cacetada, com acção didáctica ou contemporizada, acabou por ser Ristovski a pessoa contemplada com a primeira cartolina amarela pelo árbitro mostrada.
Na 2.ª metade do desafio, além do careca luzidio, o que andava a correr não o que o substituiu, foi Jorge Sousa quem actuou com mais brio, começou logo a frio com a admoestação a Wendel, mas não se lembrou de punir depois quem mais tarde o agrediu com um pontapé seco no pernil, que o deixou arrumado e condicionado até que logo saiu.
Antes, foi Diaby que emergiu com um lance de genialidade, primeiro aguentou Raul Silva e a sua má vontade, contornou-o e fugiu, da direita para o centro flectiu e entrou na área em velocidade, perseguido por Claudemir e Bruno Viana a aparecer ao lado, por um foi puxado por outro entalado, penalti assinalado e concretizado pelo especialista de crânio desnudado, Tiago Sá enganou-se para onde foi atirado.
O Braga estava cada vez mais controlado, Renan era pouco solicitado, mas mostrou-se atento quando teve que se lançar num cruzamento rasgado, por fora-de-jogo anulado. Depois, num canto pelo guarda-redes no ar afastado, Wilson Eduardo que entrou para o lugar de Esgaio no reatamento, aproveitou o momento para disparar a bola em queda, no exterior da grande-área, com Renan a recuperar a posição na meta e a segurar a bola rematada, que nem ia à gaveta mas ia arqueada.
Estes pequenos assomos foram de somenos, no seguimento Bas Dost não fez logo estragos por desviar mal um excelente cruzamento, executado por Ristovski que foi servido por Bruno Fernandes a seu jeito. Pouco depois tudo saiu perfeito, o montenegrino devolveu de lançamento lateral, o português driblou, foi ao fundo e executou ele próprio um centro rasteiro, a permitir ao descabelado holandês, acampado na pequena-área e isolado, o seu segundo golo facturado e da equipa o terceiro.
Com o retorno do seu killer instint e o resultado amplo, preferiu o compatriota retirá-lo para colocar Luiz Phellype em campo, e até ao fim aproveitou o árbitro para ser ruim e distribuir cartões em sucessão, perdoando a Wilson Eduardo que arrumou Wendel a admoestação, e deixando escapar uma agressão de Raul Silva por cotovelada anti-desportiva em Acuña, já sem bola, que foi o mais sarrafeiro e o último homem a ver a cartolina de cor amarela.
Quando Bruno Fernandes tentou novamente de livre, a acabar, bateu de tão longe a bola que Tiago Sá ainda conseguiu detê-la. Agora é dar a volta ao submarino em Espanha e emergir com(o) a estrela.

⏰ INTERVALO | Sporting 1 – 0 Braga

🦁 dominador recolhe ao balneário na frente
Bracarenses ainda não enquadraram remates
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🇵🇹 FINAL | Sporting 🆚 Braga

“Leões” vencem o jogo da jornada com 3 golos sem resposta e encurtam distância para os “guerreiros” ⬆️
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⚽️ Sporting 🆚 Braga

Bruno Fernandes voltou a carregar os "leões" já leva 1⃣8⃣ acções para golo na Liga, apenas menos uma do que em toda a época 17/19 na prova ⭐️
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Crónicas de Rei-Nan - As Manoplas de Renan

Regressados das entranhas da pedreira, para a 2.ª parte, Mathieu ficou de fora do embate talvez com caganeira, entrando André Pinto, central de engate e menor craveira, motivo dos assobios da falange caseira, que não esqueceu a sua brincadeira, concentrado e sem sinais de tremideira.
Mas antes que desse tempo para tremer, Ricardo Esgaio executou um lançamento, bola lançada em profundidade no corredor direito, com Acuña a saltar para a interceptar mas por Dyego Sousa pelas costas e já no ar empurrado, com Manuel Oliveira a ver mas sem estar para apitar virado, dando seguimento ao lance combinando com Wilson Eduardo, que foi à linha antes de ter cruzado, aparecendo João Novais naquele território não declarado, a pequena área onde um mito vai ser criado, repentinamente e lançado, desviando o cruzamento com um cabeceamento colocado, ficando tudo a ver especado enquanto novo golo era já festejado.
Foi então que entrou em acção Luís Godinho, revendo o lance no conforto do seu cantinho, onde VARíssimo aguentou e viu a luz e ele viu o empurrãozinho, e decidiu e bem avisar o Manelinho, ele que vira na 1.ª parte tudo o que era toquezinho, que apitou falta contra o Sporting a cada mergulhinho, quando reviu no ecrã o lance, foi como se ficasse tudo clarinho, modificou a decisão anulando um golo clandestino, não foi falta, chorou o Abel, mas foi uma faltinha, meu menino. Raul Silva protestou e um cartão amarelo o árbitro lhe mostrou, e o jogo continuou empatado a um, no seu destino.
Todo este festival passou, cinco minutos ele durou, até ficar para trás, foi como Acuña que mediu mal um passe horizontal e teve de ir atrás, mas Coates, que comete alguns mas também corrige muitos disparates, barricou um dos possíveis remates que tentou o outro rapaz, gorando-se o perigo e sobrando a bola para Renan, num relação entre ele e a bola cada vez mais auspiciosa e sã, tal como acontece a quem gosta de seitã.
Ricardo Esgaio disputou uma bola com Acuña a saltar, levantou os pitons e cartão amarelo o árbitro lhe foi mostrar, tinha-os com ele e começava a os usar.
O jogo estava embrulhado, nenhum dos ataques conseguia ir a algum lado, as equipas tinham cuidado redobrado, era difícil construir um ataque planeado, tudo resultava de um sobressalto ou de um desequilíbrio aproveitado, quando subia uma equipa a outra aproveitava em contra-ataque o espaço dado, e assim foi Wilson Eduardo aproveitando a oportunidade, num dois para dois desde o meio-campo despovoado, cabendo a André Pinto, o mais odiado, fazer-lhe um desarme em deslize antecipado, em plena grande área quando já tinha o pé armado e um remate preparado, pensado que já tinha o central desnorteado - o substituto de Mathieu estava aplicado e inspirado!
De seguida Manuel Oliveira sacou de novo o cartão, falta de Gudelj por uma falta de ocasião, igual a tantas outras que não mereceram punição, na mesma zona e de cirurgião, mas já lá vamos, antes Renan ia controlando os danos, recolhia as bolas paradas despejadas pelos maganos, e quando de bola corrida se assomavam, como no lance em que Paulinho deixou para trás a marcação e se acercou da área, saíam remates que para a pedra voavam.
Houve porém um livre traiçoeiro, na sequência de uma falta do lado direito da defesa, quando Ristovski foi com demasiada fome à sua presa, que resultou numa parábola surpresa, direitinha para dentro da baliza mesmo por baixo da travessa, com o guardião brasileiro a recuar depressa e com a ponta dos dedos, nas suas manoplas de couraça, qual Coraçãozinho de Satã quando se passa, a tirar ao Abel-Braga o pão da mesa, desviando por cima da barra a remessa, saindo melhor que a encomenda, digno de uma divina oferenda. Aí sim, nasceu a lenda.
Na resposta, já um pouco sufocados como a autoridade pela Cosa Nostra, e fartos de jogar uma bosta, Nani cortou de cabeça um canto batido ao 1.º poste, Wendel dominou a bola e correu com ela de um lado ao outro pela esquerda, cruzando em esforço no limite e conquistando um canto que acabou por ser mal aproveitado.
A seguir saiu Luiz Phellype, o estreante titular, o sem-cabelo holandês entendeu que o seu compatriota devia entrar e colocou-o no seu lugar, esperando que a troca-por-troca, apesar do estilo distinto, pudesse resultar.
O jogo vivia de cantos e solavancos, bolas paradas e mancos, e quem tinha habilidade tentava a sua sorte em livres ou arrancadas, ou jogadas de ruptura em profundidade. João Novais rematou num livre directo e acertou no alvo, mas Renan voou e tal como Suleiman e seus otomanos, ele impôs aos paroquianos a sua vontade, defendendo para novo canto. Na sequência de um canto, Raul Silva ainda atravessado, libertou-se de Coates, subiu mais alto tal como fizera o uruguaio na 1.ª das partes, e executou um cabeceamento igualmente fulminante, que porém não foi suficiente para bater Renan, pois embateu estrondosamente na barra que ficou a tremer, tal como o guardião a deixa quando os penaltis vai defender.
Depois começou o Sporting a avançar, pretendendo proteger a defesa e do seu reduto a bola retirar, e quando se viu Bas Dost recuar para a vir buscar, no preciso momento em que se preparava para uma abertura realizar, veio Goiano por trás o pé dele interceptar, falta óbvia e anti-desportiva que o árbitro teve de apitar, sem ter a coragem de com o segundo amarelo e o vermelho o penalizar.
Num assomo pela esquerda do ataque, Acuña entrou na área, tirou um da frente e armou com o pé direito um remate bem tirado, que foi bater em Raul Silva, sendo bloqueado, e pouco depois, estafado, de campo foi retirado, entrando mais um jogador que jogou no Braga, sendo pelo Sporting emprestado, Jefferson o estrábico que não foi assobiado.
As faltas sucediam-se, mas nada de grave, pior foi quando Coates foi puxado por um alarve pela indumentária a cinco minutos do fim, na sequência de mais um livre batido para área, de fora para dentro gerando-se uma reacção contestatária, mais uma vez foi o vídeo-árbitro a chamar a atenção à alimária, que após rever desta vez não tomou decisão contrária, mandando seguir uma partida cada vez mais surreal e arbitrária.
Dizem agora os entendidos que foi agarrado pelas costas da camisola e caiu para a frente como cai um ganso patola e não cai gente, experimentem inclinar-se com alguém a puxar-vos para trás a ver se avançam, e a força que fazem enquanto se arrastam e não arrancam, e se vos largam de repente onde vão parar - e sobre este lance é tudo o que vou falar, nem vale a pena alimentar a ignorância, tal não é a ganância com que tentam branquear.
Antes que o jogo chegasse ao fim, ainda deu tempo para novo desarme no limite de André Pinto, dentro da área como o outro que fez, só que desta vez a bola sobrou para um outro opositor, que tentou um remate prometedor mas acabou por ser o último estertor. Nos cinco minutos de descontos de tempo, ainda Wendel foi à linha tirar novo cruzamento, que Marafona interceptou, e também Jefferson pela esquerda entrou, cruzando rasteiro para a área onde o Holandês Voador se assomou, e até causou pavor, mas a bola desviou num ou no outro opositor que arrastou, saindo para novo canto do outro lado, com a baliza à mercê e o resultado, mantendo-se a zero como finalizador.
Findo o tempo regulamentar, ficou a decisão para os penaltis a marcar, conseguindo Rei-Nan, sozinho, os três primeiros desviar, fazendo-se a eles ou só de olhar, e ao iniciar da nova série, depois de Jefferson marcar, ser ele próprio, espero que sem pacto com Satan ou Lúcifer, se encarregar de finalmente os travar. Fez-se a festa com Renan a celebrar, grávido com a bola que levou para casa, debaixo da camisola, ávido para mais tarde recordar.
Abel e Salvador, o guerreiro e o arcebispo, aziaram tanto que tiveram que espumar. Posteriormente, o Secretário de Estado também considerou que tinha o dever de repudiar. É assim, enquanto o Estado se confundir com o clubismo de quem mandar, mas nisso já o Presidente da República tinha sido exemplar, tal como o 1.º Ministro e o Presidente da Assembleia Popular, escolhem sempre muito bem em que tribuna e ao lado de quem se sentar, parece que o anti-Sportinguismo primário institucionalizado, sujo e criminoso de tão entranhado, tem que se cultivar - e é por essa tacanhice e pequenez que nunca nos vão derrubar.


REI-NAN e as manoplas sagradas






O Sporting ganha o 5º desempate de penáltis consecutivo 👏

Sporting 2x2 Braga (3x1) - 2014/2015 ✔
Sporting 0x0 FC Porto (4x3) - 2017/2018 ✔
V. Setúbal 1x1 Sporting (4x5) - 2017/2018 ✔
Sporting 1x0 FC Porto (5x4) - 2017/2018 ✔
BRAGA 1x1 SPORTING (3x4) - 2018/2019 ✔
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O Sporting está na final da Taça da Liga pelo 2º ano consecutivo 👏

Os leões voltaram a ganhar o acesso à final através da marcação de grandes penalidades
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Pelo 2º ano consecutivo, o Sporting decide o lugar na final através do desempate de grandes penalidades

▶ Na época transata, os leões venceram os 2 jogos da final four em penáltis
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A Última Profecia (?)

Só os Pategos querem a Guerra

Nem no Natal os Pategos mais Pategos, dos Javardos mais Javardos, se desmarcam do seu chavascal (os porcos)... Bom Natal, pategada estúpida ...

Mais Manás